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Como funciona a jornada

Sete etapas encadeadas, em que cada uma entrega algo que a seguinte usa. Não é um projeto com início e fim: é um ciclo que recomeça com o histórico preservado.

  1. Avaliar

    A empresa aplica a avaliação de riscos psicossociais de forma digital, com participação organizada por área e unidade.

    Ao final desta etapa: Respostas coletadas e consolidadas, com data e abrangência registradas.

  2. Entender

    Os resultados são organizados em indicadores por área, o que mostra onde o risco se concentra em vez de um número único da empresa inteira.

    Ao final desta etapa: Leitura organizacional dos riscos, por recorte, não por pessoa.

  3. Planejar

    Cada risco identificado vira ação com prioridade, responsável e prazo. O plano deixa de ser intenção e passa a ter dono.

    Ao final desta etapa: Plano de ação com responsáveis e prazos definidos.

  4. Capacitar

    As equipes são treinadas nos temas que o diagnóstico apontou, com trilhas, palestras ou workshops conforme o caso.

    Ao final desta etapa: Registro de quem foi capacitado, em quê e quando.

  5. Executar

    As ações são tocadas pelos responsáveis, com o andamento registrado à medida que acontece.

    Ao final desta etapa: Ações concluídas, com evidência anexada.

  6. Monitorar

    Os indicadores e o andamento das ações ficam acompanhados ao longo do tempo, e novas avaliações mostram o que mudou.

    Ao final desta etapa: Série histórica que compara o antes e o depois.

  7. Comprovar

    Tudo o que foi feito fica reunido e recuperável: avaliações, plano, treinamentos, certificados e documentos.

    Ao final desta etapa: Dossiê de evidências organizado e acessível quando for pedido.

O que faz um plano de ação sair do papel

Cada linha do plano responde a sete perguntas. É isso que separa um plano acompanhado de uma lista de boas intenções.

  • ação
  • prioridade
  • responsável
  • prazo
  • acompanhamento
  • evidência
  • conclusão